domingo, 21 de abril de 2013

PARADOXO



 
 
A poesia anda a solta por aí
soltou-se do lápis
embrenhou-se por entre as ondas
sabendo bem desse viés subversivo.


 
Paradoxo!
Agora lhe dá licença,
a tela fria e impessoal
em clarão novo
quase urgência...


 
Perdura esse canto imenso
não declarado
mas sentido em epigramas solto
nesse sopro de vida, virtualizado!


 
Maria Lucia (Centelha Luminosa)